Conduzida ao Plantão Policial, Gislaine Cristina Miguel foi autuada em flagrante pelo delegado Rafael de Paula Leão Andreo. Segundo ele, a autora alegou em depoimento que “estava cansada de ser agredida” e que “ele (pai) implicava muito com ela”. Ainda de acordo com o delegado, a mulher declarou que “estava se aguentando para não tomar uma atitude” e que “hoje (ontem) foi a gota d’água”.
Sem saber do conteúdo do depoimento, uma prima da diarista, sobrinha do aposentado, que pediu para não ser identificada, no início desta madrugada deu entrevista ao Comércio da Franca em frente ao local onde ocorreu o crime. Ela disse que o que Gislaine falasse era mentira. “O que ela falar para se defender é mentira. Ela é que não presta, vivia agredindo os pais e fazendo ameaças, tudo por causa de drogas”, garantiu.
Ainda de acordo com a prima, há cerca de 15 dias, a diarista colocou fogo na casa para tentar matar a família incendiada. “Por sorte a minha tia acordou, sentiu o cheiro de queimado, avisou meu pai (era como ela chamava o tio), e ajudamos a apagar o incêndio. Ela estava obcecada em matar o ‘meu pai’”, garantiu a jovem.
Abalados, familiares, até o fechamento desta edição, não definiram locais e horários de velório e sepultamento da vítima.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.