Quando as populações humanas deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Foi nesse momento que os gatos vieram a fazer parte do cotidiano do ser humano. Por possuírem um forte instinto caçador esses animais espontaneamente passaram a viver nas cidades e exerciam uma importante função: eliminar os ratos e camundongos que invadiam os silos de cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.
Registros encontrados no Egito, como gravuras, pinturas e esculturas, indicam que a relação desse animal com os egípcios data de pelo menos 5 000 anos. Elementos encontrados em escavações mostram que, nessa época, os gatos eram venerados e considerados animais sagrados.
Hoje continuam próximos do homem e utilizados por agricultores e navegadores de diversos países como um meio barato de se controlar a população de roedores. Devido ao fato de sua domesticação ser relativamente recente, quando necessário eles voltam facilmente à vida selvagem. Em ambiente silvestre formam pequenas colônias e caçam em conjunto.
Gatos passam grande parte do dia se limpando. Eles lambem todo o pelo para tirar a sujeira. Embaixo do queixo eles têm glândulas que produzem hormônios. São o seu perfume. Ao lamber as patas depois de esfregá-las nessas glândulas, procuram espalhar esse perfume pelo corpo todo.
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