Oito em cada dez empresas abertas na região sobrevivem, diz Sebrae


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O diretor superintendente do Sebrae/SP, Bruno Caetano, em uma entrevista no escritório regional
O diretor superintendente do Sebrae/SP, Bruno Caetano, em uma entrevista no escritório regional

A taxa de sobrevivência das empresas da região de Franca (80,5%) após dois anos de existência supera as médias nacional (75,6%) e estadual (78,1%). Os dados foram divulgados pelo diretor superintendente do Sebrae/SP, Bruno Caetano, em uma coletiva de imprensa no escritório regional em Franca, na tarde de ontem.

Os números fazem parte de um censo realizado pelo Sebrae, em parceria com a Receita Federal, em que foram analisadas informações das empresas abertas no ano de 2007. Segundo Caetano, esses são os dados mais recentes disponíveis no Brasil.

O maior preparo dos empreendedores e a força da economia francana foram destacados pelo superintendente como fatores que contribuem para a sobrevivência das empresas na região, que abrange 19 municípios.

Caetano disse que a “fórmula” para que uma empresa se mantenha no mercado é planejamento, investimento na capacidade de gestão e atenção às mudanças no mercado.

‘Pano de fundo’
A Lei Geral da Pequena Empresa é destacada por Caetano como “pano de fundo” para o desenvolvimento. “Nas cidades em que a Lei Geral foi implementada, observa-se menor burocracia para abrir e fechar uma empresa, fazer a gestão no relacionamento com seus órgãos de fiscalização e licenciamento”, disse.

Segundo Caetano, a lei permite ainda que pequenos empresários forneçam produtos e serviços para o poder público, através de um sistema específico de licitações.

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