Não se sabe ao certo há quanto tempo a galinha existe na face da Terra, mas sabe-se que por ela o homem se interessa há milênios. Quando ela vivia na natureza o homem a caçava, e quando foi domesticada passou a fazer parte do conjunto de animais que rodeavam os humanos fornecendo-lhes carne e ovos para sua alimentação. A primeira galinha apareceu na Ásia e até hoje se acredita que todas as raças que vivem no mundo são parentes das que viviam por lá. Cerâmicas encontradas em Corinto, cidade grega, mostram que os gregos já criavam galinhas por volta do século VII a C. Deste mesmo período há potes egípcios com figuras de galinhas; portanto, elas já eram conhecidas em muitos lugares do mundo antigo. Às vezes eram criadas apenas para lutas, como acontecia em Roma; em outras, para servir de alimentos, como no Egito, onde as chamavam “aves que dão à luz todos os dias”, ou seja, aves que botam ovo diariamente. Na África, fazem parte da vida cotidiana e em 90% dos lares africanos há criação de galinhas. Em nosso país, algumas foram trazidas em uma das caravelas de Pedro Álvares Cabral, o descobridor do Brasil. Até então não existiam por aqui. Na carta de Pero Vaz Caminha ao rei de Portugal, Dom Manuel, contando sobre o que era possível ver nas novas terras descobertas, o escrivão narra que foram dadas aos índios algumas galinhas e eles tiveram medo delas, não as pegaram, o que significa que não as conheciam.
Com o passar do tempo, o homem misturou diversas raças com o objetivo de formar animais melhores.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.