Há exatos 12 anos, uma série de ataques suicidas coordenados pela Al Qaeda contra cidades norte-americanas deixou cicatrizes profundas na sociedade. Pela manhã, 19 homens ligados à rede sequestraram quatro aviões comerciais e usaram dois deles para atingir as Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova York.
Os ataques às Torres Gêmeas mataram todos os passageiros e muitos dos que trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios caíram em duas horas, destruindo construções vizinhas e causando outros danos. O terceiro avião de passageiros caiu contra o Pentágono, em Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington.
O último avião caiu em um campo próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois que alguns dos passageiros e tripulantes tentaram retomar o controle do avião, que os sequestradores tinham desviado para Washington. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.
No total, aproximadamente 3 mil pessoas morreram, inclusive os 19 sequestradores. O governo dos Estados Unidos respondeu aos ataques a partir do movimento denominado Guerra ao Terror. Sob coordenação dos norte-americanos, houve a invasão ao Afeganistão. Vários países também reforçaram a legislação antiterrorismo e ampliaram os poderes de aplicação da lei.
Hoje, autoridades realizaram uma série de cerimônias para rezar pelas vítimas. O presidente Obama, o vice-presidente Joe Biden e suas esposas fizeram um minuto de silêncio nos jardins da Casa Branca. O presidente também deve discursar no Pentágono.
Em Nova York, parentes dos mortos nos ataques de aviões contra os edifícios do World Trade Center compareceram ao Marco Zero para lembrar as vítimas. O ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani se emocionou durante outra cerimônia, que começou com um minuto de silêncio às 8h46 locais (09h46 de Brasília), momento em que o primeiro avião atingiu as Torres Gêmeas.
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