Ear cuff: a evolução do brinco


| Tempo de leitura: 2 min

E mais uma vez a Chanel mostra que sabe exatamente do que as pessoas gostam quando o assunto é moda. Pode até demorar e, claro, ela comete erros pontuais, mas a maioria de suas invenções acaba mesmo em tendência. Dessa vez, falaremos de um acessório que surgiu no desfile primavera-verão 2012 da grife e ganhou as ruas e as orelhas de milhares de pessoas ao redor do planeta.

A “popularização no Brasil” do ear cuff, um brinco que cobre boa parte da orelha, se deu, para variar, pelas novelas globais. A personagem Amora, de Sangue Bom, interpretada pela atriz Sophie Charlotte, e a periguete Valdirene, de Amor à Vida, vivida por Tatá Werneck. Ambas podem ser consideradas as grandes difusoras dessa peça poderosa e ousada, capaz de dar outro toque para seu look.

Os modelos de ear cuff podem ser encontrados em vários tamanhos, formas e modelos. Com pontas ou franjas, exageradamente grandes, mais discretos e elegantes, feitos de diamantes, cristais e pérolas ou ainda nas famosas e acessíveis bijuterias. Já deu para notar que, assim como os brincos normais, existem ear cuffs para agradar a todos os estilos, porém, é importante dizer que, para não sobrecarregar o visual, eles nunca devem ser colocados nas duas orelhas ao mesmo tempo. Naquela que estiver “nua”, use um brinco mais discreto.

Para dar destaque a seu novo acessório, o ideal é usar com os cabelos presos. Porém, alguns tipos de penteados, como os laterais, ajudam a potencializar o visual rock’n’roll.

Como são versáteis, os brincos do momento podem ser usados em festas, churrascos e até em grandes produções, mas é importante ornar com a ocasião. Assim como qualquer outro acessório, o ear cuff demanda que seu dono tenha bom senso. Os modelos mais simples saem, em média, por R$ 20. Eles podem ser encontradas em lojas especializadas e, claro, na internet.

Veja nas imagens alguns modelos desse “super brinco” que conquistou a mulherada.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários