Alcoólicos anônimos


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Quem sou eu para julgar alguém? Quando entrei na Irmandade pela primeira vez, descobri que todos gostavam de mim afinal, A. A . estava me ajudando a ter uma melhor maneira de vida sem o álcool. A realidade era que eu não poderia gostar de todos nem eles de mim. À medida que fui crescendo na Irmandade, aprendi a amar todos, apenas ouvindo o que eles tinham a dizer. Essa pessoa lá ou esta aqui pode ser aquela que Deus escolheu para me dar a mensagem de que preciso para o dia de hoje. Devo sempre lembrar-me de colocar os princípios acima das personalidades.

N.T.: Ainda não traduzido

Reflexões diárias. Pág. 365

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