O assessor do vereador Márcio do Flórida (PT), Ademir da Rosa, está sendo investigado pela Corregedoria da Câmara. A acusação é de que ele não poderia ter sido contratado já que foi demitido por justa causa pela Prefeitura em 2012, depois de atos de indisciplina e de ter supostamente falsificado o livro ponto. Uma lei municipal proíbe a nomeação de condenados e com sentença transitado em julgado por atos ilícitos. A denúncia foi feita pelo presidente da Câmara, Jepy Pereira (PSDB).
Ademir nega as acusações e recorreu na Justiça da decisão. “O que houve foi perseguição, assédio moral. Nem o direito de ampla defesa foi respeitado”, disse. Sua defesa foi entregue no dia 20 de agosto à corregedoria. Agora ele espera a decisão do órgão.
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