Delegado descarta relação entre assassinatos na V. São Sebastião


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Cadáver estendido em cruzamento da Vila São Sebastião. Bairro já teve dois assassinatos em poucas semanas
Cadáver estendido em cruzamento da Vila São Sebastião. Bairro já teve dois assassinatos em poucas semanas

O assassinato a tiros do pedreiro Sinézio de Paula, 35, ocorrido na noite de segunda-feira na Vila São Sebastião, não tem relação com a morte de Gustavo de Oliveira Claudino, 32. O comerciante também foi morto a tiros na noite do dia 31 de julho, no mesmo bairro. A afirmação foi feita ontem pelo delegado Márcio Garcia Murari, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais).

“No primeiro homicídio nós já temos o nome de um suspeito e os indícios são de que vítima (Claudino) e o assassino teriam um desacerto em relação a roubo praticado há algum tempo. Já no crime de segunda-feira, os suspeitos e os motivos, de acordo com as primeiras informações, são bem diferentes”, garantiu Murari.

O delegado também descartou que as mortes tenham ligação com o tráfico. “Não há, até o momento, nenhum evidência que aponte o envolvimento do tráfico de entorpecentes. O primeiro, como já disse, apontam para uma briga.

O segundo, ao que tudo indica e pelas primeiras apurações que fizemos, também não tem nada haver com o tráfico”, afirmou.

Na primeira ocorrência, um comerciante de 32 anos foi morto com vários disparos de pistola 9 milimetro em frente ao bar que tinha em sociedade com um morador do Jardim Aeroporto. Gustavo de Oliveira Claudino estava do lado de fora, em frente a uma churrasqueira, quando os ocupantes de um Honda Civic de cor preta se aproximaram e efetuaram vários tiros na direção da vítima.

No assassinato de segunda-feira, o pedreiro Sinézio de Paula estava em frente a um outro bar da Vila São Sebastião, quando o autor chegou, sacou uma arma e fez os disparos. O pedreiro de 35 anos foi atingido no tórax, no ombro e nas costa. Ele morreu antes da chegada da equipe de resgate do Samu.

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