Em visita ao GCN Comunicação na tarde de ontem, o prefeito interino de Restinga, vereador Fernando Costa (PSB), admitiu que a cassação de Paulo Pitt (DEM) e Luciene Martins (PRB) foi um “remédio amargo”, mas que não tinha outra saída.
Ele foi recebido pelo diretor-executivo do grupo de comunicação, Corrêa Neves Júnior. Durante o encontro, Costa apresentou alguns projetos para o período em que estiver à frente da Prefeitura. Destacou a saúde como prioridade. “Não tem médico na saúde no final de semana, à noite e no período da tarde”, afirmou.
O interino disse também que pretende se reunir com os professores da rede municipal, que fizeram protestos nos últimos meses. A limpeza da cidade é outra área que deve ter “atenção especial” do prefeito em exercício.
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