Reunião que define cassação de Paulo Pitt segue em Restinga


| Tempo de leitura: 1 min
Momento em que o advogado de defesa lê o mandado de segurança expedido Justiça obrigando a comissão a ouvir a testemunhas de defesa
Momento em que o advogado de defesa lê o mandado de segurança expedido Justiça obrigando a comissão a ouvir a testemunhas de defesa

Começou por volta das 9 horas, a reunião extraordinária na Câmara Municipal de Restinga, onde os vereadores devem votar o pedido de cassação do prefeito Paulo Pitt (DEM) e de sua vice Luciene Martins (PRB).

Os dois são acusados pela CEI (Comissão Especial de Inquérito) de cometer 17 irregularidades na administração municipal, entre elas, contratação de funcionários e empresas “fantasma”.

A Câmara Municipal está lotada e a rua interditada pela Polícia Militar. No local ainda há muitos seguranças para evitar confusão de aliados políticos.

A reunião começou com os advogados de defesa de Paulo Pitt lendo o mandado de segurança expedido pela Justiça obrigando as CEI a ouvir as testemunhas de defesa. O prefeito não está na Câmara.

NA JUSTIÇA
A Comissão derrubou na Justiça a liminar que a defesa conseguiu no dia 6 de agosto, obrigando a oitiva das testemunhas. A decisão foi comunicada por volta das 12 horas. Os vereadores receberam a notícia com festa. A sessão chegou a ser interrompida por 15 minutos.

No começo da tarde o presidente da comissão lia as alegações finais apresentada pela Comissão.

A cobertura completa amanhã nas páginas do Comércio. 

Veja as fotos:

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários