Colifran questiona o contrato do lixo na Justiça desde 2011


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O processo licitatório vencido pela Leão Engenharia para realizar os serviços de coleta e varrição de ruas de Franca é questionado na Justiça há quase dois anos. Em 2011, a Colifran ingressou com um mandado de segurança para barrar a licitação.

Na época, a Leão venceu a concorrência pública com o menor valor apresentado, R$ 10,7 milhões por ano. O advogado da Colifran Antonio Carlos Caetano de Menezes alegou que o preço era “inexequível” e “não dava para cobrir custos”. A empresa representada pelo advogado pediu R$ 15,2 milhões por ano para continuar executando os serviços em Franca.

O mandado de segurança da Colifran contra a Comissão Especial de Licitação da Prefeitura está na Vara da Fazenda Pública de Franca e ainda não foi julgado. De acordo com a Justiça, a sentença deverá ser registrada nos próximos dias.

A concorrência milionária do lixo de Franca foi bem disputada. Dezesseis empresas se interessaram pela execução dos serviços na cidade, que inicialmente renderiam R$ 74,4 milhões no período de cinco anos. Antes dos envelopes com as propostas serem abertos e revelarem a empresa Leão Engenharia como vencedora, a licitação chegou a ser impugnada duas vezes, porque as empresas participantes alegaram erros técnicos no texto do edital.

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