496 moradias populares começam a ser construídas no próximo mês


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Prefeito Alexandre Ferreira (PSDB) durante a assinatura do contrato para o início da construção dos apartamentos
Prefeito Alexandre Ferreira (PSDB) durante a assinatura do contrato para o início da construção dos apartamentos

O déficit habitacional de Franca deve começar a diminuir. Isso porque 496 apartamentos serão construídos no Recreio Campo Belo, a partir de setembro. No empreendimento, denominado Bernardino Pucci, serão investidos R$ 38 milhões, recursos dos governos federal e estadual.

Para a construção das novas moradias, o prefeito Alexandre Ferreira (PSDB) assinou na manhã de ontem, em seu gabinete, o contrato com a Caixa Econômica Federal e com a construtora Predial Suzanete, responsável pela execução das obras. Os apartamentos fazem parte do Programa Minha Casa Minha Vida e a edificação será viabilizada pelo projeto municipal Casa da Gente (confira todos os empreendimentos previstos em quadro nesta página).

Durante a assinatura do contrato, o prefeito afirmou que investirá mais R$ 7 milhões em saúde e educação na região. “Iniciamos a preparação para colocar serviços à disposição das pessoas que vão morar nessas 496 casas. A gente já está construindo creche ali perto, reformando a Unidade [Básica de Saúde] do [Parque do] Horto para dar suporte às pessoas que vão morar lá. Estamos fazendo creche no Santa Terezinha para também dar suporte”, disse.

As moradias serão destinadas às famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil e que não tenham nenhum tipo de imóvel. Cada apartamento terá 47 metros quadrados distribuídos em dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. “Todos os apartamentos deverão ser adaptados ou adaptáveis para atender idosos e deficientes”, disse o secretário de Planejamento, Nicola Costa.

Para concorrer a um apartamento popular, os interessados devem ser inscritos na Prohab (Divisão Pró-habitação de Franca). Segundo Nicola, a antiguidade da inscrição não será levada em consideração no processo de seleção das famílias (veja as regras em texto nesta página).

Os contemplados pagarão no máximo R$ 9,6 mil pelo imóvel. “As famílias vão pagar, durante 10 anos, em torno de 5% da renda, o que corresponde a cerca de R$ 80 por mês para uma renda de R$ 1,6 mil. Um prazo curto, com pagamento baixo e qualidade na construção”, destacou o prefeito.

Além dos R$ 38 milhões investidos pelo governo federal e estadual, haverá contrapartida do município, através da isenção de impostos (IPTU, ITBI, ISS) durante a construção, das taxas de aprovação dos projetos, além da infraestrutura externa do empreendimento. O prazo de execução das obras é de 18 meses.

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