Preto Cria: na batida do hip hop


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O músico Preto Cria exibe coletânea de rappers de Franca
O músico Preto Cria exibe coletânea de rappers de Franca

Com cinco álbuns em sua carreira, entre solos e participações com outros músicos, o rapper Preto Cria é um exemplo de francano que se dedica à arte, mas sobrevive com o que ganha trabalhando em outra área. “Estou na batalha pelo hip hop desde 1993. Tenho o meu público, mas não consigo viver da música. Sou metalúrgico.” De acordo com ele, o distanciamento entre os músicos locais é um dos pontos que dificultam a difusão da produção francana. “Falta um pouco de organização da classe dos músicos de modo geral; não apenas do movimento hip hop. Quando se é tratado como unidade, o grupo ganha força para romper barreiras.” Ainda assim, iniciativas começam a ir na contramão da desunião. “Temos eventos como o Park Jam, que na última edição ocorreu no Parque do Horto. Acontece a céu aberto e o pessoal se reúne para ouvir e dançar o hip hop. Não faço parte da organização, mas a galera se une, faz vaquinha, leva os próprios equipamentos e faz acontecer.”

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