Dono de boate na Champagnat é acusado de ser chefe de quadrilha


| Tempo de leitura: 1 min

A polícia de Franca está à procura de um dos sócios proprietários de uma boate localizada na avenida Champagnat, Vila Industrial. Marcos Vilmondes Barbosa Júnior, 21, o Juninho, é suspeito de pertencer a uma facção criminosa e chefiar uma quadrilha de assaltantes. Contra ele pensam várias acusações, entre elas dois roubos ocorrido entre os dias 17 e 24 de junho, que renderam cerca de R$ 20 mil. A prisão preventiva de Juninho foi decretada, assim como de um homem apontado como seu “braço direito”: Arineu Moroni de Paiva, 31, o Ari. Outros três integrantes do bando não tiveram os nomes revelados.

O pedido de prisão foi feito pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais) após o esclarecimento de dois roubos. O primeiro, no dia 17 de junho, teve como vítima o escritório de uma rede de postos de combustíveis no bairro Cidade Nova. Os integrantes da quadrilha invadiram o local, renderam cinco pessoas e fugiram levando três notebooks, celulares e um malote com R$ 23 mil em cheques. Sete dias depois, o alvo foi o funcionário de um posto do mesmo bairro. Ele foi rendido quando se dirigia para um banco com o malote da empresa contendo R$ 19 mil em dinheiro e R$ 4 mil em cheques.

Os investigadores Marcos Euclides, Renato Silva e Celso Freitas, sob comando do delegado Márcio Murari, passaram a trabalhar nos casos. Eles conseguiram provas que apontam Sapão como o mentor dos dois crimes. O material foi aceito pela justiça, a prisão preventiva decretada e o mesmo é procurado. Ari foi capturado na noite de segunda-feira.

“A DIG vai investigar também a boate, pois há fortes indícios de que o local seja usado para ‘lavar’ o dinheiro dos crimes praticados”, disse o investigador Marcos Euclides.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários