Envolvida com grupos de jovens da Igreja Católica há mais de dez anos, a fonoaudióloga Priscila Rodrigues da Cruz, 24, conta os dias para vivenciar um momento histórico e que será invejado por muitos peregrinos que estarão na Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Priscila foi escolhida para representar a Diocese de Franca e ficar próxima ao papa Francisco durante as celebrações dos atos centrais do evento, que ocorrerão nos dias 27 e 28.
O convite partiu da organização da JMJ e coube à coordenação do Setor Juventude da diocese fazer a seleção do peregrino. “Não esperava ser a escolhida, é uma providência de Deus”, disse Priscila. Apesar de não saber exatamente em que local estará no palco, a jovem não esconde a alegria de ter sido a escolhida para o ver o papa mais de perto. “A intenção é ficar o mais próximo possível e se tiver a oportunidade quero dar a mão para ele.”
Para ir ao Rio de Janeiro, Priscila participou de promoções para angariar recursos e nos últimos dias trabalhou até mais tarde para adiantar o atendimento aos pacientes. “É uma oportunidade única e estou bastante ansiosa.”
MÚSICO DE FRANCA
O músico e produtor musical André Gustavo de Melo Bolela, 39, poderá, durante a Jornada Mundial da Juventude, mostrar um pouco do seu trabalho e também divulgar um dos maiores eventos de música católica da América Latina: o Hallel, que acontece anualmente em Franca. No próximo dia 25, André será uma das atrações do palco que o Hallel terá dentro da programação da jornada na capital carioca.
A estrutura será montada na Cidade do Samba, próximo da região portuária, e contará com show de 14 bandas e cantores, sendo três de Franca. Além de André, irão se apresentar no local a banda Myron e a cantora Léia Ritzel. “A expectativa é muito positiva. Vai servir para mostrar o projeto Hallel para outras realidades”, disse André Bolela, que também é responsável pela coordenação e produção do palco.
O palco do Hallel na JMJ funcionará na quinta-feira com shows das 13 às 17 horas e das 20 às 23 horas. “Estamos envolvidos desde 2011. Foi um convite da CNBB. Um dos padres da organização veio até Franca conhecer o Hallel. Não tínhamos como ficar de fora.”
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