Mais um evento lastimável agravado pela falta de estrutura de campeonato que não credenciou UTI Móvel, ou mesmo, ambulância com desfibrilador automático, atitudes que, com certeza, ajudariam a salvar a vida do jogador. Mais uma pergunta: quem foi o médico que assinou atestando a saúde do jogador? Realizou exame clínico genérico e atestou o que não tinha certeza (exame genérico não mostra reais patologias, somente afere pressão), ou fez um check-up com teste cardiológico completo, teste ergométrico e tudo o mais que poderia ter evidenciado doença previa, e, consequentemente, salvo sua vida? (...) Onde estão os promotores e mesmo a Prefeitura, que não fiscalizam a realização de eventos esportivos e shows na cidade, exigindo, no mínimo, ambulância com desfibrilador automático? Mais mortes anunciadas se o fato continuar a acontecer.
M.
Franca - SP
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