“Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o seu altar e os naquele adoram” (Ap 11:1).
A produção dos vencedores
Das quatro grandes visões que o apóstolo João teve na ilha de Patmos, já vimos duas e agora chegamos à terceira, a visão da grande Babilônia (Ap 17:3-5). A primeira grande visão fala a respeito da história da igreja, nos últimos dois mil anos até a grande tribulação, o arrebatamento do filho varão e o desfecho desta era. Essa visão inclui os sete selos, as sete trombetas, os três ais e as taças; são coisas negativas e não têm muita relação conosco, os regenerados; referem-se mais às pessoas do mundo.
Todavia queremos ressaltar duas coisas que mencionamos: o deserto e o lugar pela grande tribulação. Segundo o mapa-múndi, o continente africano é como um feto em formação no ventre materno. De fato naquele continente havia muitos cristãos, mas não o testemunho da igreja na unidade, e poucos conheciam acerca da vida e bem menos sobre a busca pelo crescimento da vida. Dessa forma seria impossível Cristo ser formado neles. No ano 2000 tivemos a visão do feto e em 2001 partimos para aquele continente, mesmo sem conhecer ninguém. Graças ao Senhor, em seis anos de labor de amor, já alcançamos quase a metade dos países do continente africano. Ao mesmo tempo, em outros países, o Senhor já nos está preparando entrada.
Nas cidades em que já há o testemunho da unidade da igreja trabalhamos para que Cristo seja formado nos irmãos a fim de produzir vencedores. Quando estiverem prontos para ser arrebatados, todos nós poderemos ser arrebatados, todos nós podemos ser arrebatados juntos com eles. É por isso que temos muito encargo com relação ao continente africano, a fim de que Cristo seja formado neles mais cedo.
Outra coisa que mencionamos foi a respeito do lugar mais afetado pela grande tribulação, localizado na cabeça do dragão: o oeste europeu. Nós nos preocupamos com a Europa porque nela há muitos cristãos. Alguns irmãos entre nós tomaram o encargo, começando de Portugal, e estão alcançando outros países: Itália, Alemanha, Suíça e também têm contatos em Paris, na França. Esse trabalho na Europa é para ajudar mais e mais pessoas a fim de que sejam medidas com a caniço e também guardadas no santuário (Ap 11:1). Que o Senhor use o caniço de medir para tomar posse delas!
Naturalmente o Senhor quer medir o Santuário. O problema é: quantas pessoas estão nele diante do altar a orar?
Há muitos cristãos ainda no átrio exterior. Foram salvos, todavia não entraram no lugar santo para servir. Por isso tivemos encargo de ir à Europa também para ajudá-los a ser conduzidos ao espírito e viver no santo dos santos. Assim poderão oferecer orações diante do altar do incenso. A grande tribulação está para vir sobre aquele lugar, e naturalmente ele será tomado de todo tipo de medo e pavor. Mas, em todo lugar onde o caniço medir, eles serão protegidos.
Falamos todas essas palavras com relação ao ministério orgânico do apóstolo João. Assim atentamos para o aspecto orgânico. Mesmo falando das quatro grandes visões que João teve, ainda damos ênfase ao fato de que Deus lhe deu as visões enquanto ele se achava no espírito. Esta semana veremos a terceira grande visão: a visão de Babilônia.
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