Mineirim chegou na zona e falou pro gerente:
- “Hoje tô a fim de pegar um ‘gay’.Tem um bão aí ?”
- “Não. Só mulheres”.
- “Ai, que pena. Eu tava a fim de pegar um gay e até pago bem”
O gerente, ganancioso, pediu para ele esperar, foi até o leão-de-chácara, um mulatão de quase dois metros, faixa preta em karatê e propôs:
- “Fala que você é gay, entra no quarto com ele, depois diz que você é muito macho, dá um cacete nele, toma o dinheiro e nós repartimos, tá bom?”
O cara topou, entrou no quarto com o Mineirim, trancou a porta e logo começou a pancadaria. Só se ouvia móveis quebrando, batidas de porta e na parede, e logo depois um silêncio de uns vinte minutos. Do lado de fora a expectativa. Foi quando saiu o Mineirim arrumando a roupa e comentando:
- “Brabim ele, né? Quiria transá não...”
- “Hoje tô a fim de pegar um ‘gay’.Tem um bão aí ?”
- “Não. Só mulheres”.
- “Ai, que pena. Eu tava a fim de pegar um gay e até pago bem”
O gerente, ganancioso, pediu para ele esperar, foi até o leão-de-chácara, um mulatão de quase dois metros, faixa preta em karatê e propôs:
- “Fala que você é gay, entra no quarto com ele, depois diz que você é muito macho, dá um cacete nele, toma o dinheiro e nós repartimos, tá bom?”
O cara topou, entrou no quarto com o Mineirim, trancou a porta e logo começou a pancadaria. Só se ouvia móveis quebrando, batidas de porta e na parede, e logo depois um silêncio de uns vinte minutos. Do lado de fora a expectativa. Foi quando saiu o Mineirim arrumando a roupa e comentando:
- “Brabim ele, né? Quiria transá não...”
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.