Nem tudo que é legal é moral. Foi realizado um processo licitatório, que deu origem a um contrato, tendo como base o que foi estipulado nas regras da licitação. Inúmeras e onerosas cláusulas não foram cumpridas, com gravíssimos prejuízos para a população. A Prefeitura não exigiu o o que foi contratado, ou seja, não foi eficiente na gestão do contrato. O povo pagou caro e continua pagando muito caro e recebendo um serviço péssimo. Decorridos quatro anos, dentro de um processo que a própria Prefeitura ajuizou, um acordo prejudicial à população é feito e homolagado. Isto é conivência, no minímo, e um total desrrespeito a população. Pergunto: o Poder Executivo (prefeito) não deveria defender os interesses da população? O que fez? Um acordo!!! Durante anos teve elementos de sobra para denunciar e romper o contrato. Preferiu outro caminho, quando poderia realizar um nova licitação. Lamentável e tudo muito estranho!
Júlio Tristão
Franca - SP
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