Tratamento é utilizado por 2% dos diabéticos


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A médica endocrinopediatra Mônica Gabbay acompanha o caso de Lívia Imada Duarte no Centro de Diabetes Unifesp, em São Paulo, a cada três meses. Ela explica que o tratamento utilizado pela menina não é novo: a bomba de infusão de insulina já é empregada em outros países há cerca de dez anos, e, no Brasil, há oito. No entanto, a médica estima que apenas 1% a 2% dos diabéticos tipo 1 utilizam a bomba, por ser muito cara. “O aparelho custa de R$ 12 mil a R$ 13 mil, mas o seu uso vem crescendo nos últimos anos. A bomba é indicada para crianças pequenas, por elas terem uma glicemia instável, como é o caso da Lívia, e para paciente com hipoglicemia [queda de açúcar no sangue]. São apenas para pacientes nessas situações que o governo fornece a bomba [gratuitamente]”, afirma, acrescentando que também possui alguns pacientes que optam por utilizar a bomba mesmo não se enquadrando nas indicações, por ela ser mais confortável.

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