O José resolveu se casar. Sua esposa Maria engravidou e a barriga crescia a olhos vistos. Nove meses depois, quando foi fazer o parto, o médico descobriu que era gravidez psicológica. Na verdade, só tinha vento na barriga. Cidade pequena, todo mundo conhecia o casal, logo apelidaram o José de Zé do Vento. Ele passava na rua, os meninos o chamavam de Zé do Vento. Ele apelava e falava que ainda ia matar um deles.
O padre ficou sabendo e chamou o José para conversarem. Depois de muitos conselhos, o José prometeu ao padre que não ia mais falar em matar ninguém. Mas, logo que saiu da igreja, o padre escutou um tiro lá fora e correu para ver o acontecido. Era o José que tinha atirado num rapaz. O padre chamou sua atenção:
- “José, você não acabou de prometer, diante de Deus, que não ia mais dar bola quando o chamassem daquele apelido?”
- “Falei sim, seo padre. Me chamar de Zé do Vento até que vai, mas pedir para eu soprar e encher o pneu da bicicleta, não dá!”
O padre ficou sabendo e chamou o José para conversarem. Depois de muitos conselhos, o José prometeu ao padre que não ia mais falar em matar ninguém. Mas, logo que saiu da igreja, o padre escutou um tiro lá fora e correu para ver o acontecido. Era o José que tinha atirado num rapaz. O padre chamou sua atenção:
- “José, você não acabou de prometer, diante de Deus, que não ia mais dar bola quando o chamassem daquele apelido?”
- “Falei sim, seo padre. Me chamar de Zé do Vento até que vai, mas pedir para eu soprar e encher o pneu da bicicleta, não dá!”
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