Leitura da Bíblia
“E pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça de todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (Ef 1:22-23)
Em uma cidade, a igreja é a expressão local da igreja universal
A igreja em Jerusalém foi a primeira a ser gerada, sendo assim a expressão local da igreja universal, o Corpo de Cristo. Efésios 1:22-23 diz: “E pôs todas as coisas debaixo dos pés, e para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas”. Esses versículos falam da igreja no aspecto universal. Por meio do Seu dispensar, o Deus Triúno entra no homem tripartido e dispensa todas as Suas riquezas a ele; desse modo surge a igreja, o Corpo de Cristo, a plenitude Daquele que a tudo enche em todas as coisas.
A igreja universal é o Corpo de Cristo e a igreja em Jerusalém é a expressão da igreja universal nessa cidade. A igreja, como o Corpo de Cristo, é composta de todos os genuínos crentes em Cristo de todas as eras em todos os lugares.
Visto que a igreja é o Corpo de Cristo, devemos expressar a vida de Cristo em nosso viver de igreja. A vida de Deus só pode ser expressa por meio da igreja em cada cidade. Se houvesse apenas a igreja no seu aspecto universal, não conseguiríamos, na prática, ver a plenitude de Deus.
Como membros, podemos funcionar e expressar o Senhor porque somos vivos e temos a vida divina em nós. No Corpo de Cristo nem todos têm a mesma função, nem todos são boca, nem todos são ouvidos, nem todos são mãos; somos membros distintos com diferentes manifestações (1 Co 12:14-27). Universalmente falando, a igreja é o Corpo de Cristo, porém, em cada cidade, esse Corpo é expresso na igreja. Quando falamos da igreja em Jerusalém, referimo-nos ao Corpo de Cristo manifestado em Jerusalém por meio da igreja ali.
A igreja é gerada pela obra do Espírito Santo, portanto a igreja em Jerusalém era formada por pessoas que foram regeneradas e salvas, e invocavam o nome do Senhor (cf. At 2:21). Certamente quando os santos ali se reuniam, eles invocavam o nome do Senhor (cf. At 2:21). Certamente quando os santos ali se reuniam, eles invocavam o nome do Senhor ao receber o ensinamento dos apóstolos, ao ter comunhão sobre esse ensinamento, ao partir o pão e nas orações (v. 42). Todos invocavam o nome do Senhor, e O exaltavam e louvavam, porque o nome do Senhor é amável e nos salva (At 4:12).
Certamente as primeiras três mil pessoas, que ouviram o evangelho que Pedro pregou no dia de Pentecostes, foram salvos invocando o nome do Senhor. Graças ao Senhor, pois Ele restaurou essa prática maravilhosa na igreja. Numa situação normal, todos na igreja invocam o nome do Senhor.
Quando a igreja em Jerusalém sofreu grande perseguição por causa da tribulação que sobreveio a Estêvão, todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judéia e Samaria, e pregavam o evangelho (At 8:1,4). No versículo 3 lemos: “Saulo, porém, assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere”. Isso aconteceu em Jerusalém, contudo o sumo sacerdote deu a Saulo autorização para perseguir os cristãos em outras cidades também. Em 9:2 lemos que Saulo “pediu cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de que, caso achasse alguns que eram do Caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém”. Os perseguidores certamente seriam capazes de saber se alguém cria ou não no Senhor Jesus pela prática de invocar o nome do Senhor; então, se nalgum lugar ouviam alguém invocando, eles ali entravam e o prendiam.
Ponto-chave: Invocar o nome do Senhor para ser salvo
Pergunta: Discorra sobre a igreja no aspecto local e universal
Um lugar de Oração - Rua Gabriel Anawate, 692, V. N. S. das Graças. Telefones: (16) 3406-7505, 9169-0257
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.