Faz de conta que adotaram as praças


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Quando apresentamos o projeto “Adote uma praça”, transformado em lei municipal, a intenção era de ver uma cidade mais limpa e bonita, com a ajuda e participação da iniciativa particular, com empresas comerciais e industriais assumindo o cuidado desses locais. A aceitação foi total, mas na prática, somente algumas dessas empresas cumpriram ou cumprem exatamente o que indica a lei. Como diz a expressão, adotar é assumir com total responsabilidade e encargos, cuidando do espaço, sem visar com prioridade o retorno publicitário. O que temos visto, de lá para cá, com raras e honrosas exceções, são praças e canteiros abandonados, com sacos de lixo amontoados, mato alto, mas a placa de propaganda lá está, no ponto mais visível, com lista de ofertas, endereço, etc, quando o correto seria apenas usá-la para identificar a adoção e uma placa em tamanho padronizado, com os dizeres: firma tal adotou esta praça. Já nos cansamos de cobrar fiscalização e até retomada do espaço e ainda a retirada da placa oportunista, mas a Prefeitura tem sido muito devagar nisso. Existem, como disse, as exceções e uma delas é justamente na quadra em frente ao prédio do GCN, na avenida Elisa Verzola Gosuen, cuidada diariamente até por um jardineiro. Isso é adotar, como muito poucos fazem. O resto é fazer de conta que adotaram.
 

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