Prefeito precisa repensar sobre a Guarda Civil


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Quando ainda estava à frente do Executivo, o ex-prefeito Sidnei Rocha chegou a se estressar com a Guarda Civil e ameaçou extinguí-la. Depois, achou melhor passar o problema para o seu sucessor resolver. Lembro-me que antes de sua posse, conversei com o prefeito Alexandre Ferreira, que me disse ter feito uma reunião com eles, pediu empenho e dedicação, prometendo estudar algumas alterações. Passado esse primeiro semestre, a guarda continua na mesma, ou seja, não aparece praticamente em lugar algum, nem cumprindo a sua função de origem, que é a vigilância dos próprios municipais, e muito menos auxiliando nas orientações do trânsito. Até porque, a Câmara Municipal, na época, teve a infeliz ideia de tirar da guarda o poder de fazer autuações no trânsito. Resultado: quem passa pela área central, nos calçadões, encontra ciclistas e até motoqueiros circulando neles, e ninguém impede. Gente ocupando indevidamente espaços de estacionamento de idosos e deficientes, inclusive nos prontos-socorros, e ninguém fiscaliza. Sem falar nas frequentes depredações pela cidade. Enquanto isso, alguns deles são usados em funções administrativas internas, que podiam ser feitas por estagiários. O prefeito precisa repensar a atuação da Guarda Civil, pois a continuar como está, o Sidnei tinha razão em falar na sua extinção.
 

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