A cada 4 testes, 1 motorista está bêbado em Franca


| Tempo de leitura: 2 min
Imagem de arquivo mostra motoristas fazendo teste de bafômetro em operação da Polícia Militar de Franca. Embriaguez ao volante pode resultar em processo
Imagem de arquivo mostra motoristas fazendo teste de bafômetro em operação da Polícia Militar de Franca. Embriaguez ao volante pode resultar em processo

A cada quatro francanos que fazem o teste do bafômetro, um é levado a uma delegacia por ter consumido quantidade de álcool superior ao permitido por lei. Quem afirma é a Polícia Militar que desde o começo do ano promove em ruas e avenidas da cidade, além de vicinais da região, operações de combate à embriaguez ao volante. A chamada ODS (Operação de Direção Segura) realizou nos quatro primeiros meses do ano 399 testes de embriaguez, 132 motoristas foram multados por apresentarem quantidade superior 0,05 mg/l (miligramas de álcool por litro de ar expelido). A maior parte deles (90 casos) ultrapassou o máximo permitido por lei e acabaram enquadrados em crime de trânsito.

Segundo o oficial comandante do setor operacional do 15º Batalhão de Polícia Militar do Interior, major Eliel Thomazi, os resultados obtidos nestes primeiros meses de 2013 são motivo de comemoração. Ele enfatiza que o crime de embriaguez está previsto no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), que estabelece como infração gravíssima conduzir veículo sob a influência de álcool ou qualquer outra substância que cause efeito alucinógeno, como drogas ilícitas, por exemplo. A pena indicada varia de seis meses a três anos de detenção, além de multa ou proibição de dirigir. Contudo, a pena é afiançável e, portanto, raramente alguém fica preso.

O delegado assistente da Seccional de Franca, Daniel Radaelli, não soube informar exatamente quantos motoristas passaram algum dia preso pelo crime de dirigir embriagado, mas foi enfático ao dizer que normalmente mais de 90% paga a fiança, que pode variar de um a 100 salários mínimos “A fiança varia de delegado para delegado. Normalmente é observado os danos provocados ou o potencial de perigo. Outro fator levado em consideração é a reincidência”, disse. O delegado ainda afirmou que o “bebum” que chegar a ser preso passa pouco tempo na cadeia. “Normalmente, o advogado consegue um habeas corpus no dia seguinte e o acusado responde ao processo em liberdade.”

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários