Titãs e Criolo registram bom público na ‘Virada’


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De acordo com dados da Prefeitura, responsável pelas catracas do evento, público rotativo dos dias 25 e 26 chegou a 45 mil pessoas no Parque ‘Fernando Costa’
De acordo com dados da Prefeitura, responsável pelas catracas do evento, público rotativo dos dias 25 e 26 chegou a 45 mil pessoas no Parque ‘Fernando Costa’

Com um pequeno público na abertura oficial da Virada Cultural Paulista, no Teatro Municipal “José Cyrino Goulart”, o evento teve sua redenção nos shows de bandas como Vanguart, Titãs e Criolo, no Parque “Fernando Costa”. De acordo com dados passados pela Prefeitura, cerca de 45 mil pessoas circularam pelo “Fernando Costa” durante as 24 horas da Virada nos últimos dias 25 e 26.

Mesmo com os termômetros registrando temperatura de 14 ºC (entre as 21h do dia 25 e 2h do dia 26), o ‘clima’ esquentou quando a Vanguart subiu ao palco, por volta das 23 horas. Bem próximo a estrutura do show, um grupo de fãs cantava a plenos pulmões as canções do grupo cuiabano, eleito a melhor banda de 2012 pela MTV. Após sua apresentação, DJ Pollak conduziu a festa até a chegada da atração principal da noite: a banda Titãs.

A previsão para que os roqueiros subissem ao palco era para a 0h30, mas isso aconteceu meia hora depois. Entre fumaça e gritos, Mello Branco, Sérgio Britto, Tony Bellotto e Paulo Miklos surgiram sem nada dizer, indo direto ao ponto: a música. Após explorarem as canções de seu mais pesado disco, Cabeça Dinossauro - lançado em 1986 - a banda voltou sob gritos para uma segunda parte do show em que clássicos como Flores e Marvin foram tocados.

“Eu não esperava pela segunda parte (do show), porque, a princípio, eles iam tocar só o Cabeça Dinossauro, mas foi muito ‘massa’ ver eles tocando músicas mais atuais”, disse a atendente Laís Silva. “Eu fiquei rouco de tanto gritar”, completou o sapateiro Luiz Carlos Campos.

A última atração da Virada Cultural Paulista em Franca foi o show do cantor de rap e soul Criolo, que também atraiu bom público ao Parque “Fernando Costa”. O show se destacou pelo dinamismo e pela interação estabelecida com o público que gritou freneticamente o nome de Criolo em diversos momentos. Canções como Não existe amor em SP e Freguês da Meia Noite foram muito aplaudidas, mas houve quem conhecesse bem mais que dois hits. “Eu gosto do Criolo; faz tempo que eu acompanho o trabalho dele. Por isso, vim para ver o show em geral e não só uma música específica” disse o estudante Luís Cláudio Nassor.

Em declaração ao Comércio, Criolo afirmou acreditar que a Virada sirva para promover a integração entre a arte e o público. “Esse é um momento para celebrar a música e a paz com todas as pessoas. É uma iniciativa que difunde a cultura: quem vem de fora, vem com o coração aberto, mas é preciso ter um olhar de carinho e dar apoio ao artista da cidade.”

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