Pontos de vistas


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Jamais tirando o mérito do artigo de Corrêa Neves Júnior, e, (aliás), parabenizado-o;, e nem tampouco, sendo conivente com o caso de padres, pais, parentes e tantos outros pedófilos, se padre Dé foi considerado/condenado pedófilo, com certeza a igreja, a justiça e a sociedade irão condená-lo. Ainda que afastado de suas funções dentro da Igreja, ele, pelo código canônico, não será excomungado. Quero deixar claro que, graças a Deus, temos uma imprensa livre, e que ajuda, e muito, a clarear e desmistificar conceitos e preconceitos, a melhorar o bem comum. Que não aconteça de uma pessoa ser inocente e ser condenada, como quase aconteceu comigo quando fui socorrer uma vítima de acidente de trânsito. Sai de dentro de minha casa, e – não são as pessoas que me ajudaram a socorrê-la –, ela disse que eu é que tinha causado seu acidente. (Leia ‘Gazetilha’).
Everton Pereira
Franca - SP

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É muito engraçado falar das leis de Deus a quem segue sua própria lei. Muda para a Holanda ou prá Suécia, onde tudo é liberado... (...) Deus criou primeiro o homem, e depois, a mulher, para que ele não ficasse sozinho. Não criou dois homens, nem duas mulheres... Cuidado (...): a liberdade mora ao lado da perdição.
Carlos Ribeiro
Franca - SP

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Parabéns, sr. Corrêa Neves Jr.! Ótimo artigo! Ainda bem que vivemos em Estado de Direito laico. Na minha opinião, o padre ganhou, com a excomunhão. Quanto ao ponto de vista do leitor Carlos Ribeiro, ideia perigosa! Qualificar como inapropriadas as relações homo-afetivas, baseado nessa historiazinha de que Deus criou o homem, e depois, a mulher?! Seja mais lúcido!
André
Franca - SP

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Discordo da opinião (do articulista). Primeiro: um erro não compensa o outro. A igreja erra, sim, em não excomungar pedófilos. Aliás, é caso de polícia. Todo pedófilo, seja católico, protestante, espírita etc. deve ir preso. (...) Segundo, com certeza o GCN tem políticas de comportamento, código de conduta etc. Se um funcionário insistir em descumprir, será convidado a se retirar da empresa. A igreja tem código de conduta: a Bíblia. Se (padre) não seguir esse código, não pode ser funcionário da igreja. (...) Terceiro: o ritmo é forte e crescente. Estão surgindo igrejas fast-food. Você junta o que interessa e tira o que não interessa. (...) Assim, se é gay, e a igreja não concorda com sua conduta, ele vai para a igreja fast-food que não considera pecado o seu comportamento. Se o casal vive junto sem ser casado pelo matrimônio, o que faz? Vai na igreja fast-food que aceita. (...) Você seguir, ou não, a Bíblia, não te faz um mau-caráter, bandido etc., mas a palavra de Deus é a Bíblia. Não pode ser fatiada para adaptar-se ao que se acha certo ou não.
Douglas
Franca - SP

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O trabalho do jornal é comunicar fatos, e não, dar opinião. A igreja Católica Apostólica Romana está correta em tomar essa atitude. Se o padre não concorda com a lei de Deus, não (tem) que ser padre. Pode realizar o que acha correto, menos usar a doutrina prá colocar sua opinião. Não é a (vereade) daigreja católica (...) mas sim, a verdade de Deus. (...) As pessoas só pensam em modernidade, em nova era, tudo deve ser aceito, tudo está correto, qualquer um pode escolher o sexo que quiser, pode usar as drogas que achar melhor, se prostituir quando bem entender. Onde está a família, os bons costumes? Os pais rezando com os filhos, puxando a orelha quando fazem algo errado? Só para esclarecer, Deus ama a todos nós, pecadores; não faz distinção de ninguém, mas ama o ser humano, não o nosso pecado. Essa é a diferença de querer buscar a santidade.
Tânia Faciroli
Franca - SP

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