O da taxa Selic (de 7,25% ao ano, para 7,5% ao ano). Roberto Fendt, economista, acrescenta: “tímida e incapaz de atingir seu objetivo de reverter a inflação atual para o centro da meta (até, no máximo, 6,5% neste 2013). Crítica que se estende à expansão do gasto público, igualmente responsável pela inflação elevada, difusa e persistente (e perversa) que experimentamos hoje. Resta agora saber se, sozinho e com uma política fiscal expansionista, o BC (Banco Central) dará conta de sua missão.” É esperar pra ver e pra crer... Bom dia!
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