O papa Francisco ganhou de imediato a admiração e o respeito de todos, especialmente por sua modéstia e simpatia. Tivesse ele demonstrado arrogância e certamente estaria sendo olhado com desconfiança e desprezo. Percebe-se que ele não faz nada forçado, mas tem uma pureza natural, que lembra também João Paulo II. Essa introdução serve para chamar a atenção sobre a importância de demonstrarmos, em todas as oportunidades, um sorriso franco, em lugar da carranca que afasta as pessoas. Ao se levantar, agradeça a Deus por mais um dia, mire-se no espelho com um sorriso e siga para o trabalho lembrando-se sempre daquele provérbio hindu, que nos ensina que a fortuna bate à porta de quem sorri. Ao cruzar com as pessoas, a começar das mais simples, cumprimente a todas com alegria, sabendo que isso abre caminhos e desarma os mal-humorados. Não seja como tipos arrogantes que devem imaginar que um cumprimento pode diminuí-lo diante de um empregado. Se o seu trabalho é direto com o público, deixe seus problemas de fora e procure imitar os sábios, que mesmo com a alma partida, mantêm um sorriso nos lábios. Agindo assim, você será considerada uma pessoa simpática e elogiada, em lugar de ser rotulada de arrogante e evitada por todos. Comece a agir assim, pois todos sorriem no mesmo idioma.
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