‘Brigas na Câmara’


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Há tempos, nós, frequentadores da biblioteca da Estação, tentamos chamar atenção dos políticos para resolver problemas (do prédio da antiga Fepasa). Patrimônio tombado, a Estação Ferroviária poderia ser, também, museu ferroviário, mas, como nada mais existe, só abandono, então, que ocupemos com as reformas que serão e devem ser efetuadas. Ali não é de uso exclusivo de ninguém. Além do mais, a cultura de Franca já possui espaços ociosos demais. Acho que o vereador Adérmis Marini está correto, em seu projeto, que é o ideal. A vereadora Valéria Marson foi secretária de urbanismo no governo anterior e nada fez em prol da região. Quanto a este grupo cultural que deseja o espaço integral, poderia se explicar melhor. Será que já foi aprovada alguma verba prá cultura e não estamos sabendo?
Marco Contini
Franca - SP

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Não consigo entender como um espaço para a cultura do povo pode prejudicar o comércio, de que modo a implantação de ações e/ou espaços culturais afasta a população do comércio. Muito pelo contrário. Haverá um afluxo maior de pessoas extremamente interessantes aos comerciantes. Mais gente passará pelos estabelecimentos comerciais e, consequentemente, ocorrerá aumento nas vendas. Entendo que um espaço público, não pode, de maneira alguma, ser utilizado pela iniciativa privada, pois pode indicar algum favorecimento. Uso exclusivo para atividades culturais não mudaria nada a situação atual. A exceção seria a empresa que utiliza o espaço para venda de passagens, o que questiono. Em se tratando de uma rodoviária, onde estão as demais empresas, ou serviços? Penso que devem haver outros interesses por trás desta polêmica, ainda não devidamente expostos. (...)
Welton de Araújo Cintra Júnior
Franca - SP

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