Processo eleitoral foi marcado por reviravoltas


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Confusões, denúncias e anulações. O imbróglio das eleições do Sindicato dos Servidores Municipais se arrasta há um ano e meio. Em dezembro de 2011, houve falta de quórum para definir quem seria o novo presidente. Votaram 620 sindicalizados, enquanto que o mínimo exigido pelo estatuto era de 649 servidores.

Trinta dias depois, em um pleito conturbado, José Nhozinho Sales Ramos, o Paraná, foi reeleito presidente. Porém, o oposicionista Luís Fernando Nascimento denunciou fraude no processo. Ele entrou com uma ação na Justiça do Trabalho, que determinou que uma nova eleição fosse realizada.

No fim de fevereiro passado, o gestor Júlio César Augusto di Madeo, morador em Ribeirão Preto, foi nomeado pela 2ª Vara da Justiça do Trabalho de Franca para administrar o Sindicato e realizar nova eleição. Paraná foi afastado e teve que aguardar o novo pleito. O derrotado nas eleições de ontem pode recorrer até quinta-feira da semana que vem do resultado desta terceira eleição.

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