As notificações distribuídas pela Prefeitura e Ministério Público, informando da necessidade de obras de adequação, começaram a chegar aos postos de combustíveis no início de abril. Apesar de representar gasto extra, provocar transtornos e mudar hábitos antigos, a exigência não foi criticada pelo sindicato da categoria. Os empresários sabem que as mudanças são necessárias para prevenir acidentes.
Marco Antônio do Nascimento, presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo), disse que a entidade apoia a iniciativa. “Muitos postos abrangem a área de calçada para dentro, não têm sinalização. A pessoa vem e rebaixa a guia na totalidade. A adequação é positiva para evitar acidentes. Se um motorista entra e provoca um acidente, o responsável será o posto de combustível.”
O representante do sindicato dos postos disse que é comum condutores não obedecerem os limites e entrarem na área de abastecimento em velocidade acima do permitido. “A maioria é consciente, mas tem gente que acha que o posto é uma pista normal de rolamento. As adequações vão ajudar a reduzir o risco de acidentes. A reunião convocada pelo Ministério Público será importante para sabermos como a Prefeitura quer que a gente faça o serviço.”
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