Votação para criação de vagas em cargo extinto é adiada pela Câmara


| Tempo de leitura: 1 min

Os vereadores não quiseram saber de confusão e deixaram para depois a decisão sobre o projeto que previa a contratação de 16 novos servidores para um cargo extinto por eles mesmos há duas semanas. A proposta foi adiada por uma semana e deverá ser discutida em plenário na próxima terça-feira.

O projeto autoriza a abertura de vagas de escriturário para auxiliar os vereadores nos gabinetes, mas o cargo deixou de existir com a Reforma Administrativa e deu lugar à função de oficial legislativo. Além da mudança de nome, outros três itens foram alterados: remuneração, atribuição e regime jurídico.

Segundo a Câmara, 646 candidatos se inscreveram e pagaram para disputar o cargo de escriturário. Entre eles, 321 foram aprovados e estão esperando no cadastro de reservas. “A situação é complicada. Não adianta votar de afogadilho. Temos de ter segurança e, para isso, dependemos do parecer técnico do nosso Jurídico”, alegou o presidente Jépy Pereira (PSDB), que teve o pedido de adiamento aprovado pelos vereadores.

Também foi adiado por uma sessão o projeto de Valéria Marson (PSDB) determinando que o prédio da Mogiana, na Estação, seja ocupado exclusivamente para atividades relacionadas à cultura. Em caso de aprovação, a Viação Cometa e o Cartório Eleitoral serão expulsos das instalações. “Não basta apenas querer proibir. Se não fizer um trabalho bem feito lá, teremos sérios problemas de ocupação indevida”, alertou Pastor Otávio (PTB).

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários