Primeiro ao nosso bom Deus de Misericórdia, depois à Tia Lolita, fundadora do Hallel e baluarte maior de tudo, à sua equipe, à nossa equipe. Aos que nos ofereceram o possível e o impossível para que o local fosse usado, o jantar fosse feito, as louças, panelas, talheres lavados, as sobremesas servidas, os desfiles realizados, a música agradasse, o som, a passarela, a decoração, enfim tudo acontecesse. Foi uma das melhores edições do Café Colonial.
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