A DuCreme produz hoje em sua fábrica potes tradicionais de 2 e 10 litros, uma linha premium de sobremesa, picolés, sundaes, sorvete em casca e à base de iogurte. Além dos gelados, a marca distribui leite pasteurizado. “Precisamos comprar leite dos produtores o ano todo para fidelizá-los, mas, como nos períodos frios a venda de sorvete cai, criamos então um laticínio, com laboratório, para industrializar e distribuir o leite também”, disse o sócio-proprietário da fábrica, Edson Ângelo de Souza. “Temos ainda uma veterinária que percorre as zonas rurais para garantir a qualidade do leite de nossos fornecedores”, disse.
Para dar conta de toda a produção, 12 funcionários dividem as tarefas, que começam com a recepção do leite vindo direto do produtor. “Assim que o leite chega é preparado e pasteurizado. No caso do sorvete, ele é maturado durante a noite para ser trabalhado no dia seguinte. Então é um processo de 24 horas para que ele esteja pronto para entrar na produção do sorvete.” Depois deste processo o leite vai para uma caldeira e, junto aos insumos e ingredientes do sorvete -exceto os que dão sabor -, é pasteurizado.
Segundo Edson, esse processo garante homogeneidade à massa, que ele chama de calda. “Essa calda neutra está preparada para aderir a qualquer sabor de sorvete.”
O líquido viscoso é então transferido, através de tubos, para uma sala de manipulação onde é depositado em liquidificadores industriais, para incorporar os sabores à calda (pasta-base do sorvete). Antes de ser embalado, o produto, ainda líquido, passa por canos que o resfriam e deixam com consistência de sorvete.
O sorvete então é embalado, armazenado em uma câmara fria com temperatura à -20º, congelado e distribuído.
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