“Zita” quer dizer “moça, menina” Patrona das empregadas domésticas
Zita era de Monsagrati, região de Toscana, Itália. Foi uma empregada doméstica tão amada que ao morrer teve ajoelhada a seus pés toda a família a quem servira com dedicação durante 60 anos. E qual o seu segredo? Antes de tomar qualquer decisão, perguntava-se: “Isto agrada ao Senhor?” O que era seu ela o dava aos necessitados; e um dia, surpreendida em ajudar os pobres, o que era alimento em seu avental convertera-se em flores. É invocada com a seguinte oração:
Ó S. Zita, no humilde trabalho doméstico, soubestes ser solícita como foi Marta, quando servia Jesus, em Betânia, e piedosa como Maria Madalena aos pés do mesmo Jesus. Ajudai-me a suportar com ânimo e paciência todos os sacrifícios que os meus trabalhos domésticos me impõem. Ajudai-me a tratar as pessoas da família em que trabalho como se fossem minha família. Ajudai-me a ter sempre reconhecidos meus direitos trabalhistas, e ter sempre disposição de lutar por eles se preciso for.
S. Ântimo
Natural da Nicomédia, Turquia, S. Ântimo foi martirizado durante a perseguição de Diocleciano. Eusébio, antigo historiador, relatou-nos que o palácio imperial da Nicomédia foi destruído por um incêndio e a culpa do sinistro recaiu sobre os cristãos. Foi o início da perseguição. S. Ântimo, então bispo da Nicomédia, fugiu para Temana, mas foi encontrado. Contam os seus Autos que antes de ser preso disse aos soldados: “Sei que vocês não conhecem o bispo Ântimo. Mas eu o conheço. Prometo que o entregarei a vocês”. Mandou servir aos soldados um suntuoso banquete. Comeram e beberam juntos, festejando o acontecimento. Depois, para espanto de todos, disse que Ântimo era ele. Preso, foi conduzido à Nicomédia, sendo ali decapitado.
Oração
Da vitória sobre o ódio
Deus, nosso Pai, vós dissestes: “Amarás os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; desse modo, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o seu sol igualmente sobre os maus e bons e cair a chuva sobre justos e injustos” (Mt 5,43ss). Abrandai, pois, nós vos pedimos, ó Pai, todo sentimento de revolta, violência, ódio e vingança que hoje possamos ter. Somente vós podeis libertar nossos corações das correntes do egoísmo e do orgulho que nos leva a ultrapassar as medidas da iniqüidade e assim aumentar o sofrimento de nossos semelhantes.
Os Cinco Minutos dos Santos/J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
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