Lula comandou na manhã de ontem, mo Póli, um treino coletivo e voltou a trabalhar a marcação e as jogadas de contra-ataques. Por jogar em casa e contar com o ginásio lotado, o treinador aposta nos contra-ataques para surpreender o rival e levantar os torcedores. “Precisamos tirar um pouco mais de proveito do contra-ataque. É o momento em que você pega a defesa adversária desprevenida. E, claro, com esse ritmo e acertos, vamos inflamar o jogo”, destacou. Os jogadores que darão maior preocupação aos francanos já foram defiIidos por Lula. “Vamos ter que marcar com determinação e anular o Larry Taylor, o Fischer e tomar cuidado nos chutes de três pontos do Gui Deodato. Bauru possui um forte garrafão com o Jeff e Pilar”. Os elogios continuaram ainda por vários minutos. “É um time com vários jogadores experientes”.
Em estilo paternal, Lula se dirigiu aos atletas do Vivo/Franca ao explicxar o que acha de chegar ao playoff com um elenco renovado. “ Fui contratado para implantar um projeto de renovação no elenco. Domingo é apenas a nossa oitava partida em playoffs, contando a eliminação do Paulista para o São José. Temos jogadores promissores como o Léo, Cauê, Socas e o Lucão. Com essas partidas, eles vão evoluir cada vez mais”.
À tarde, o técnico aproveitou para exibir um vídeo do time bauruense. Lula bateu um papo com a reportagem e seguiu falando sobre assuntos relacionados ao bom momento vivido pela equipe neste NBB. “Conseguimos resgatar uma das tradições do Franca Basquete que é marcar forte e sair no contra-ataque. O time entendeu essa filosofia e vem executando muito bem em quadra. Digo que se não tomarmos mais de 70 pontos do adversário, temos grandes chances de sair com a vitória. O grupo entendeu e por isso lidera as estatísticas de defesa e recuperação de bola”.
As palavras finalmente tomaram o rumo das arquibancadas. Se antes, ele foi vaiado a exaustão no Póli, hoje Lula se emociona ao falar sobre a torcida local. “A torcida de Franca tem feito seu papel de forma maravilhosa. Eles jogam com o time e até mesmo são compreensíveis com alguns erros cometidos pela equipe. O adversário sente a pressão de jogar aqui. Mais do que nunca vamos precisar dela nos próximos jogos”, finalizou.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.