Imóveis devem ficar até 15% mais caros, dizem empreendedoras


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Com elevados gastos para se adequar às normas exigidas pelo Ministério do Trabalho, principalmente no que diz respeito às construções em altura, as empresas que trabalham no ramo não descartam um aumento no preço dos imóveis.

A Solocon, que mantém 10 obras em andamento, já reajustou seus preços entre 10% e 15%, dependendo do tipo de construção e novos aumentos não estão descartados. “Não tínhamos como absorver esses gastos. Tivemos que repassá-los porque, além da compra dos equipamentos, ainda temos a manutenção, que é cara e deve ser feita todo mês”, disse Thales Jati, sócio-proprietário da empresa.

Segundo ele, os aumentos já colocados em prática podem não ser suficientes. “Estamos analisando porque acabamos de fazer o reajuste. Se o percentual não for o ideal, podemos subir os preços ainda mais”, disse.

A CV Lopes, que tem 13 obras em andamento, também estuda reajustar seus preços. “Só não fizemos ainda porque os contratos em andamento já foram assinados. Agora para os próximos, não descartamos essa possibilidade”, disse Solange Souza, engenheira de segurança da empresa.

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