Construtoras têm gastos para cumprir normas de segurança


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Edifício é cercado com telas para evitar acidentes
Edifício é cercado com telas para evitar acidentes

As construtoras francanas, que foram alvo do Ministério do Trabalho, investiram pesado para evitar punições e equipar corretamente seus funcionários. Cintos de segurança, EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), telas,   entre outros, foram comprados.

A Construtora Solocon atua em cerca de dez obras por mês e precisou se adequar. Três de seus empreendimentos chegaram a ser embargados pelo Ministério do Trabalho e hoje já foram regularizados. “Tivemos que investir mais de R$ 300 mil na compra dos equipamentos”, disse Thales Jati, um dos sócios.

A Conspen, que trabalha em obras públicas, também teve que se adequar. Segundo o auxiliar técnico de segurança José Carlos Raimundo, os gastos vão de R$ 7 mil a R$ 10 mil por mês com equipamentos de segurança.

Outra a investir na proteção dos funcionários foi a CV Lopes. Segundo a engenheira Solange Souza, durante a fiscalização, a empreiteira recebeu dez multas (R$ 10 mil) por descumprir alguns quesitos. Das 13 obras em andamento da empresa, nenhuma foi embargada. Foram adquiridos R$ 180 mil em cintos especiais, R$ 144 mil em uniformes, R$ 33 mil em calçados especiais e R$ 18 mil em óculos de proteção. Telas, madeiras e cabos de aço tiveram alto investimento, mais de R$ 1,1 milhão.

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