Casas também são furtadas


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Se os furtos de veículos deram uma pausa, o mesmo não pode ser dito dos crimes em residências. O próprio padre Célio Adriano Cintra confirma que três famílias vizinhas à igreja já o procuraram para se queixar de ladrões que invadem as casas durante o dia, aproveitando da ausência dos moradores. “O que estava ao nosso alcance nós fizemos. Contratamos segurança particular justamente para ajudar as pessoas, mas está complicado.” Ele contou que o bairro é bem tranquilo e que esta é a primeira vez que a criminalidade deu as caras nos últimos dois anos. “Não tínhamos esse problema antes, por isso ficamos preocupados.”

A falta de segurança na região já está sendo observada pela Polícia Civil. O 1º Distrito Policial e a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) fazem um trabalho conjunto no bairro para tentar coibir a ação dos bandidos. Segundo um investigador que pediu para não ter seu nome revelado, policiais disfarçados das duas delegacias percorrem o bairro diariamente à procura de suspeitos. “Atribuímos a esse trabalho, a queda no número de ocorrências de furto de veículos na região da igreja. Neste mês (até ontem), não tivemos nenhuma queixa registrada”, comentou o policial.

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