“Dopamos os indivíduos...’


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(...) É preciso existir doentes senão as fábricas de remédio fecham, (quando descobrem a cura, escondem), tem a causa e a pré-causa e depois os efeitos. Como reverter o efeito num filhote homo de flamingo porque comeu sementes contaminada num área onde tinha aflorado petróleo ou tinha mercúrio? A causa pode estar na outra geração, bem mais atrás do que se imagina. Como apagar a chama do fogo se a alimentamos com a mangueira do gás? Como ressocializar o Hulk se o expomos aos raios gama ? Os acidentes de trânsito por embriaguez matam mais que certas guerras, então, não seria mais fácil proibir propaganda de álcool e restringir seus espaços? Dopamos o indivíduo para que fique louco e cometa delinquências, incentivamos a prostituição para que ele pegue todas as DSTs, querem liberar as drogas para destruir a mão de obra sóbria e se tenha mais doentes mentais e inválidos, pensionistas e criminosos. (Leia “Nós precisamos ‘deles’”, Parte II, em http://www.gcn.net.br/jornal/index.php?codigo=207360).

Carlos Mathias
Franca - SP

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