O agricultor tinha uma esposa que lhe incomodava sem piedade. Desde manhã até a noite, ela estava sempre reclamando de alguma coisa. O único momento de alívio era quando ele estava arando a terra com sua velha mula.
Um dia ele estava arando, quando sua mulher foi lhe levar o almoço. Ele sentou-se num toco e começou a comer e a mulher começou a importuná-lo novamente. De repente, a mula deu um coice na mulher, bem na nuca, ela caiu morta na hora.
No outro dia, no velório, o padre notou que as mulheres falavam alguma coisa com o viúvo e ele acenava com a cabeça, concordando. Quando era um homem, ele balançava a cabeça negativamente. Isso aconteceu várias vezes.
Depois do enterro, o padre quis saber o motivo de ele concordar com as mulheres e não concordar com os homens. O velho fazendeiro então explicou:
- “As mulheres vinham falar umas coisas boas dela e eu concordava”.
- “E os homens?”
- “Eles queriam saber se a mula estava à venda!”
Um dia ele estava arando, quando sua mulher foi lhe levar o almoço. Ele sentou-se num toco e começou a comer e a mulher começou a importuná-lo novamente. De repente, a mula deu um coice na mulher, bem na nuca, ela caiu morta na hora.
No outro dia, no velório, o padre notou que as mulheres falavam alguma coisa com o viúvo e ele acenava com a cabeça, concordando. Quando era um homem, ele balançava a cabeça negativamente. Isso aconteceu várias vezes.
Depois do enterro, o padre quis saber o motivo de ele concordar com as mulheres e não concordar com os homens. O velho fazendeiro então explicou:
- “As mulheres vinham falar umas coisas boas dela e eu concordava”.
- “E os homens?”
- “Eles queriam saber se a mula estava à venda!”
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