Prefeitura fará censo social na zona Oeste


| Tempo de leitura: 2 min
Imagem mostra parte da região Oeste que fará parte de estudo da Secretaria de Ação Social
Imagem mostra parte da região Oeste que fará parte de estudo da Secretaria de Ação Social

Com o objetivo de conhecer melhor a realidade da região Oeste da cidade, a Prefeitura de Franca pretende concluir até julho um estudo social das famílias carentes do entorno do córrego Engenho Queimado. O censo está sendo encomendado pela Secretaria Municipal de Ação Social e dará base para elaboração de políticas públicas. A previsão é que as visitas comecem em maio, logo após o processo licitatório de escolha da empresa responsável pelo serviço. A entrega dos envelopes e abertura das propostas está marcada para o próximo dia 23.

O levantamento será feito de casa em casa em seis bairros da região e deverá identificar e cadastrar todas aquelas famílias com perfil para o cadastro único do Governo Federal, ou seja, com renda até três salários mínimos. Outro ponto do trabalho será a identificação de moradias precárias, que exijam melhorias.

Segundo a secretária de Ação Social, Gislaine Peres, o estudo é necessário pois trata-se da região da cidade que mais tem crescido. “A região está em expansão, tem vários loteamentos novos e nós precisamos pensar em políticas públicas para aquela população. Para isso, é necessário identificar as demandas.”

Gislaine diz que após concluído, o estudo ajudará a subsidiar projetos de melhoria para município. Entre eles, está o de revitalização do Engenho Queimado com construção de um parque e canalização do córrego que passa pelo local (leia texto nesta página).

A secretária explicou ainda que já elaborou um pré-questionário para ser aplicado, mas a empresa contratada poderá aperfeiçoar o levantamento. “Queremos, por meio de um estudo aprofundado, saber a realidade daquela região e quais as prioridades da população.”

Das questões que serão pesquisadas estão renda, emprego, total de crianças, adolescentes, idosos e deficientes, além de informações sobre quais equipamentos a família gostaria de ver instalados no bairro. “Precisamos saber se todas as famílias com perfil estão no cadastro único e, se elas estiverem dispostas, verificar a questão de moradia.”

Conforme prevê o edital, todo o levantamento deverá estar concluído num prazo de 60 dias, sendo entregue inclusive tabulado e com gráficos. “É um trabalho sério, que contamos com o apoio da população para realizá-lo. Esse levantamento nos ajudará a fazer a gestão das politicas para atender os anseios daquela parcela da população”, disse a secretária de Ação Social do município, Gislaine Peres.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários