Um taxista foi espancado e morto à machadadas, na madrugada de domingo, em Batatais. Segundo inquérito policial, Moacir Demétrio Risi, 68, estava desaparecido desde a tarde de sábado, quando recebeu o chamado de um cliente, morador da zona rural da cidade. Ele é o principal suspeito de ter cometido o latrocínio (roubo seguido de morte).
Assim que foram informados do desaparecimento, policiais efetuaram patrulhas em vários bairros à procura do Classic prata do taxista. Ele foi encontrado pelo filho da vítima sendo abastecido em um posto de combustíveis, no bairro Castelo. O condutor, um caseiro de 45 anos, alegou que havia comprado o veículo de um desconhecido. “Ele disse que teria trocado o carro da vítima (avaliado em R$ 20 mil) por uma Brasília e mais R$ 800”, disse o investigador Luís Henrique Zanuello, que suspeitou da história. “Fizemos uma revista em seus bolsos e encontramos duas carteiras de couro e um celular com chamadas feitas para a vítima”, contou.
Os policiais foram até o sítio onde o caseiro morava e lá encontraram marcas de sangue humano em vários pontos da propriedade, inclusive em um machado. Um visível sinal de arrastamento indicou a direção onde o corpo do taxista fora escondido. “Ele estava submerso em um riacho, cerca de 800 metros ao fundo da casa, amarrado a um tronco e com profundos ferimentos na cabeça”, completou o investigador. O caseiro foi preso imediatamente e recolhido ao Centro de Detenção Provisório de Franca. O acusado nega as acusações.
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