Para o presidente da Pastoral do Menor de Franca, padre Ovídio José de Andrade, o baixo número de aprendizes nas empresas da cidade é um resultado da falta de interesse das empresas e também das próprias famílias e dos jovens. “As empresas não têm interesse em pagar alguém que não tenha experiência e que trabalhe apenas seis horas”, afirmou. “Mas também existem as famílias que não querem que seus filhos não aprendam a voar com as próprias asas.”
Ainda de acordo com o presidente da Pastoral, são várias as vantagens para os adolescentes aprendizes e as famílias deveriam apoiá-los. “Ele está se preparando para o mercado de trabalho e começando a se preparar para a vida, vendo em qual área ele quer trabalhar. Acho que, na adolescência, o menino precisa aprender a andar com suas próprias pernas.”
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