S. Jonas e S. Baraquísio


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“Jonas” quer dizer “pombo”

Jonas e Baraquísio, ou Benedito-Jesus, eram monges de Beth-Iasa. Sofreram o martírio por volta de 327, durante a perseguição de Sapor II, rei da Pérsia. Levandos ao tribunal, recusaram-se a dorar o Sol, o Fogo, a Água, sendo por isso submetidos a cruéis torturas. Certo Isaías, cavaleiro do rei, presente ao julgamento, relatou a história desses santos que, destemidamente, questionavam os próprios inquisidores, perguntando a que rei deviam obedecer, se ao Soberano Criador de todas as coisas, que dá inteligência aos homens ou àquele, o imperador, ao qual a morte não tardaria reunir com seus antepassados. Aos juízes que o inquiriam, Jonas dizia que era “mais sábio semear o trigo do que juntá-lo”. Nossa vida é semente lançada na terra para renascer no mundo que há de vir”. Jonas foi mutilado e esmagado até morrer e Baraquísio foi torturado com breu fervente despejado em sua garganta.

ORAÇÃO
Da oferenda perfeita

“Eu vos rendo graças, Deus de Abraão, nosso pai, por terdes prevenido por vossa misericórdia, por haveres feito sair deste lugar e por nos terdes tornado dignos de saber por ele os mistérios de nossa fé. Agora eu vos peço, Senhor: Concedei-nos o que o Espírito Santo anunciava pela boca de Davi, nosso pai: oferecer-vos um sacrifício perfeito”. Que hoje esse pensamento ilumine os momentos de dificuldades ou de algum sofrimento que nos possam perturbar, sabidos de que “O Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza e intercede por nós... e que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus... Quem nos separa do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada?” (cf. Rm 8,26ss).

Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.

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