A parábola do joio e do trigo - Esmirna
O segundo mistério é a parábola do joio e do trigo e está relacionado com a Igreja em Esmirna, que representa a condição da Igreja sob a perseguição do império romano entre o final do século e o início do século e o início do século IV. Esmirna significa mirra, uma especiaria aromática de sabor muito amargo, usada na preparação do corpo para o sepultamento. Mirra, portanto, está relacionada com sofrimento.
A igreja em Esmirna é a continuação da igreja em Éfeso, isto é, depois que ela se tornou desejável. Ela passou muitos sofrimentos sob a perseguição do império romano porque invocava o Nome e lia e orava a palavra. Isso ocorreu por que o inimigo, insatisfeito, veio atacá-la.
Situação semelhante aconteceu com o início da igreja em Jerusalém. Assim que ela foi levantada os irmãos invocavam o nome do Senhor. A religião judaica, então, usou pessoas como Saulo para perseguir aqueles que invocavam o nome de Senhor. Por causa dessa situação a igreja em Jerusalém. Assim que ela foi levantada os irmãos invocavam o nome do Senhor. A religião judaica, então usou pessoas como Saulo para perseguir aqueles que invocavam o nome do Senhor. Por causa dessa situação a igreja em Jerusalém deixou de invocar o Senhor. Com a igreja em Esmirna, entretanto não foi assim. Ela era o prosseguimento da igreja em Éfeso, e os irmãos continuaram a invocar o Nome e ler-orar a Palavra do Senhor mesmo em face da morte. Não importa o quanto somos perseguidos, devemos continuar a invocar o nome do Senhor, porque no espírito ganhamos vida.
A igreja Ermirna, de acordo com a história, passou por dez grandes perseguições nesse período. Nessa época muitos irmãos morreram, mas a igreja continuava viva e firme. Essa postura se deve ao nome que eles invocavam e a palavra que liam e oravam. Pelo fato de exercitar o espírito, invocar e ler-orar a Palavra, mesmo com a ação do inimigo, que ‘semeou o joio no meio do trigo’ para fazê-lo sofrer, os santos permaneceram fiéis, lutando para avançar.
Apocalipse 2:13 registra a morte de Antipas. Embora seu nome seja mencionado na carta a Pérgamo, tudo indica que ele era contemporâneo de Esmirna, pois se trata de um mártir da igreja. O nome Atipas significa contra tudo. A Bíblia o chama de fiel testemunha, enquanto ele estava vivo, a igreja invocava o nome do Senhor e lia-orava a Palavra. O Senhor encorajou a igreja em Esmirna a não ter as coisas que tinha de sofrer. Ela devia ser fiel até a morte para receber a coroa da vida.
A parábola do grão de mostarda - pérgamo
O terceiro mistério está relacionado com parábola do grão de mostarda, representado pela igreja em Pérgamo. A palavra Pérgamo significa casamento, união ou torre alta e corresponde à condição da igreja do início do século IV até XVI. Na época da igreja em Esmirna a estratégia usada pelo inimigo para destruí-la foi a perseguição; na época da igreja em Esmirna a estratégia usada pelo inimigo para destruí-la foi a perseguição; na época de Pérgamo, entretanto, foi a inserção de falsos cristãos e a exaltação deles pelo imperador romano Constantino que passou a conceder-lhes benefícios e privilégios. Essa atitude, propiciou a entrada de muitos interesseiros na igreja. Em outras palavras, a intenção dele era exaltar os cristãos, colocá-los em uma ‘torre alta’.
A igreja em Esmirna não era numerosa, entretanto na época de Pérgamo aumentou rapidamente de número depois que o imperador Constantino passou a exaltar os cristãos. Na parábola de Mateus, o pequeno grão de mostarda, que era para se tornar uma hortaliça, tornou-se uma grande árvore na qual se aninhavam muitas aves. Essas aves representam Satanás. Quando a igreja se une ao mundo ou à política, Satanás vem ‘aninhar-se’, isto é, estabelecer seu trono e produzir um crescimento anormal na igreja.
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