Turmas! Dos parentes, da “ruinha”, da “avenidinha”, do “Barão”, do “Cede”, da “Industrial”, do Samello, do Nacional, da Unifran, da Unesp, dos “Guerreiros Solteiros”, do basquete, da bike, do café, dos artistas....
Quantas turmas, quantas pessoas passaram por nossas vidas? No meu caso, graças a Deus, muitas! Mais importantes do que as que passaram, foram as que ficaram; algumas um pouco mais distantes (fisicamente), outras presentes com menos frequência, mas todas de alguma maneira ‘morando’ dentro de mim.
Diz uma canção de A Cor do Som que, como uma flor, o amor precisa para viver “ de emoção e de alegria e tem que regar todo dia”; assim são nossas turmas, assim nossos amigos.
No Grande Circo da Vida somos malabaristas girando varinhas apoiadas sobre uma trave em cujas pontas equilibram-se pratos que para se manterem assim necessitam que as varinhas recebam constantemente o impulso do artista. O artista somos nós, os pratos são nossos amigos.
Assim como no número circense (me lembro de um desses no Circo Orlando Orfei), precisamos estar sempre nos desdobrando entre uma varinha e outra, girando-as constantemente para que os pratos (amigos) mantenham-se equilibrados e assim não caiam e se quebrem.
Quanto maior o número de pratos, maior a dificuldade de girar todos. Todo esse esforço pode até cansar, mas tenha certeza de que o aplauso da plateia será maior.
Então, mãos à obra! Ligue, mande um e-mail, deixe um recado no Face, marque um jantar, faça uma visita. Mantenha seus pratos girando, o Dono do Circo agradece.
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