Uma pérola de grande valor
Na sexta parábola de Mateus 13 o Senhor Jesus disse:
‘O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; e tendo achado uma pérola de grande valor, vende tudo o que possui e a compra’ (vs. 45-46). Um negociante de pérolas é um especialista que conhece as boas pérolas. Este achou uma pérolas de grande valor por isso vendeu tudo o que possui e a comprá-la’ (vs. 45-46) .Um negociante de pérolas é um especialista que conhece as boas pérolas. Este achou uma pérola de grande valor , por isso vendeu tudo o que possuía para comprá-la. Essa pérola diz respeito a Cristo, que é a porta de pérola, a entrada para a nova Jerusalém. A pérola também se refere á igreja, que é o Corpo de Cristo.
A pérola é produzida em uma ostra. Ela é o produto do ferimento que um grão de areia causa na ostra. Ao entrar nela, o grão de areia lhe causa uma dor intensa. Essa dor é semelhante a um cisco nos olhos, que espontaneamente lacrimejam, tentando o expelir. Como nossos olhos são redondos , o cisco sai com facilidade. Quando um grão de areia entra acidentalmente na ostra, ela machuca. Ela, então, segrega um líquido tentando expelir o grão. No interior da ostra, diferentemente de nossos olhos, a carne é muito macia e composta de camadas. Uma vez que o grão de areia entra, ele se aloja profundamente na carne da ostra, que não consegue expeli-lo. A ostra ferida segrega um líquido que começa a envolver o grão de areia até que ele se torna uma pérola.
O Senhor Jesus também é como uma grande ostra que um dia veio para as ‘águas deste mundo’ e foi ferido por nós.
Seu sofrimento foi para que nos tornássemos essa pérolas. Enquanto nós, na ceia do Senhor, tomamos o cálice da benção, o Senhor, por nossa causa, anteriormente tomou o cálice da amargura. O Senhor Jesus é como aquela ostra que sofreu por nós, os grãos de areia. Agora essa pérola não é mais somente Cristo, mas somos todos nós! Somos como essa pedrinha que entrou na ostra, e, uma vez que ferimos o Senhor Jesus, Ele nos envolveu com o líquido de seu amor. Quanto mais tempo ficamos nessa ostra, mais somos envolvidos com o amor do Senhor, que nos transforma em uma pérola. Por meio de Cristo e a igreja, as ‘pérolas’ vão crescendo casa vez mais. Tudo agora é para produzir a pérola. Por causa dela, o Senhor vendeu tudo o que tinha para obtê-la .
Finalmente a última parábola é da rede. Nessa parábola alguém lança a rede ao mar, que no texto representa o mundo. Quando pregamos o evangelho, lançamos a rede mar. Ao começarmos a recolher, sentimos o peso da rede, entretanto, ao abri-la, percebemos que ela contém muitas outras coisas e que a quantidade de peixe, no entanto, é muito pouca.
Quando tentamos lançar a rede com nosso natural, o que recolhemos é somente peso. Pagamos um alto preço, mas recolhemos coisas inúteis.
As quatro primeiras parábolas estão relacionadas com a vida, e as três últimas com a edificação, o reino e a igreja. Graças ao Senhor os mistérios do reino têm sido revelados a nós. Vamos praticar essa palavra pregar o evangelho e pagar o preço por causa de Cristo, da igreja e do reino.
Igreja em Franca - Rua Carmen Irene Batista, 2.667
Telefones: (16) 3402-1726 e 9245-5701
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.